sátira - História em Versos de Nossa Gente.
JABUTI constrói casas e é bom pedreiro,
CURIÓ trabalha em banco, mas não voa e nem canta.
DUNGA que não é o anão, da cidade é o leiteiro,
CORUJINHA é um poeta que com seus versos encanta!
CARNEIRO não é macho de cabra, da caçamba é motorista,
PIMENTA não é tempero, mas jogando foi quase pimentão!
BACURAU não é ave, é do posto um frentista,
JOÃO PADEIRO, o homem da chave, prendia e soltava o vilão.
TATU era um vereador e por pouco não foi deputado,
GALO o enfermeiro, réu confesso, de injeção tem pavor.
CÚ, menino prodígio da bola, sempre estava sujo e melado,
LIBÓRIO, o amigo da farmácia, esse jamais foi um doutor!
PINGUIM toca guitarra, sanfona e tambor,
PEIXE só vivia fora da água e foi bom arqueiro.
ROSA em nada parecia com uma flor,
DIONÍSIO nunca foi cachorro e sim um garimpeiro!
CARECA usa espelho, brilhantina e ainda o pente,
CABURÉ, caboclo da serra, solitário tem fim misterioso.
JOAQUIM que era de LINDOLFO, agora é Magalhães, somente,
DÃO VALENTE nunca foi de briga, dos irmãos, o mais medroso!
ARMANDO já não arma nada, também pouco promete,
BARÃO é assalariado, que mesmo estando duro, fica sereno.
KIN BONGÔ na verdade tocava um trompete,
RAIMUNDO DOURADO, pasmem, sempre foi moreno!
ONÇA joga bola e é atacante esperto, garante,
DOMINGO RICO nunca fez fortuna e ainda diz que não mente.
ZÉ CÃO era um professor, católico praticante,
SURUBIM é bancário, mas na Semana Santa, foge de gente!
JACARÉ dirigia carro e não morava em lagoa,
COCA-COLA é do Remanso pescador, não é uma bebida.
NEQUINHA é um senhor, não é mulher, mas é coroa,
CUSCUZ que foi um grande atleta, voltou a ser comida!
CORRÓ é guarda valente, mas foi visto em pé, dormindo,
MORENO era quase mulato, e nem sempre estava sereno.
ZANGADO que em nada parece um anão, só vive sorrindo,
BRANCO é pardo, não duvidem amigos, quase moreno!
BOTÃO não chegou a ser flor, mas cresceu feliz com a Rosa,
SCOOBY DOO o empresário foi tão perseguido quanto um cão.
MEIA NOITE dorme as onze, e cansado de moto, nada de prosa,
BOLINHA saudoso atleta, no time que fui artilheiro, também foi campeão!
RONCADOR é rio que apenas geme,
CAPIVARA é rio que roedor, pouco tem.
CACHORRINHO é um rio e o banhista não teme,
LENÇÓIS é rio e Cidade, histórica e culta também!
Lençóis – BA 27 de junho de 2009.
Autor – Rômulo Bispo.
JABUTI constrói casas e é bom pedreiro,
CURIÓ trabalha em banco, mas não voa e nem canta.
DUNGA que não é o anão, da cidade é o leiteiro,
CORUJINHA é um poeta que com seus versos encanta!
CARNEIRO não é macho de cabra, da caçamba é motorista,
PIMENTA não é tempero, mas jogando foi quase pimentão!
BACURAU não é ave, é do posto um frentista,
JOÃO PADEIRO, o homem da chave, prendia e soltava o vilão.
TATU era um vereador e por pouco não foi deputado,
GALO o enfermeiro, réu confesso, de injeção tem pavor.
CÚ, menino prodígio da bola, sempre estava sujo e melado,
LIBÓRIO, o amigo da farmácia, esse jamais foi um doutor!
PINGUIM toca guitarra, sanfona e tambor,
PEIXE só vivia fora da água e foi bom arqueiro.
ROSA em nada parecia com uma flor,
DIONÍSIO nunca foi cachorro e sim um garimpeiro!
CARECA usa espelho, brilhantina e ainda o pente,
CABURÉ, caboclo da serra, solitário tem fim misterioso.
JOAQUIM que era de LINDOLFO, agora é Magalhães, somente,
DÃO VALENTE nunca foi de briga, dos irmãos, o mais medroso!
ARMANDO já não arma nada, também pouco promete,
BARÃO é assalariado, que mesmo estando duro, fica sereno.
KIN BONGÔ na verdade tocava um trompete,
RAIMUNDO DOURADO, pasmem, sempre foi moreno!
ONÇA joga bola e é atacante esperto, garante,
DOMINGO RICO nunca fez fortuna e ainda diz que não mente.
ZÉ CÃO era um professor, católico praticante,
SURUBIM é bancário, mas na Semana Santa, foge de gente!
JACARÉ dirigia carro e não morava em lagoa,
COCA-COLA é do Remanso pescador, não é uma bebida.
NEQUINHA é um senhor, não é mulher, mas é coroa,
CUSCUZ que foi um grande atleta, voltou a ser comida!
CORRÓ é guarda valente, mas foi visto em pé, dormindo,
MORENO era quase mulato, e nem sempre estava sereno.
ZANGADO que em nada parece um anão, só vive sorrindo,
BRANCO é pardo, não duvidem amigos, quase moreno!
BOTÃO não chegou a ser flor, mas cresceu feliz com a Rosa,
SCOOBY DOO o empresário foi tão perseguido quanto um cão.
MEIA NOITE dorme as onze, e cansado de moto, nada de prosa,
BOLINHA saudoso atleta, no time que fui artilheiro, também foi campeão!
RONCADOR é rio que apenas geme,
CAPIVARA é rio que roedor, pouco tem.
CACHORRINHO é um rio e o banhista não teme,
LENÇÓIS é rio e Cidade, histórica e culta também!
Lençóis – BA 27 de junho de 2009.
Autor – Rômulo Bispo.
QUERIDO IR.´.RÔMULO.GOSTEI MUITO DO TEXTO DEI BOAS RISADAS COM O ACERVO CULTURAL E ATUAL POIS REALMENTE LENÇÓIS É RICO EM NATUREZA ATÉ NO NOME E APELIDOS DOS SEUS FILHOS E SE COMPLETA COM SEUS RIOS E CACHOEIRAS.LEMBRE-SE AINDA TENHO CAVALO DO CÃO !!!RS!!!ABS!!!
ResponderExcluirOi meu Tio!
ResponderExcluirQue bom estar devolta e poder visitar seu blog!
Logo, logo nos veremos!
Beijo